quinta-feira, 27 de maio de 2010

Bolo da Lena Labaki




 Ela se chama Paula Labaki, eu sei, mas o bolo é da mãe da Paula, a dona Lena. Explicando: Paula Labaki é uma amiga querida da Cozinha Coletiva [você pode conferir o blog dela clicando aqui e o trabalho lindo dela aqui]. Pois bem, a Paula me enviou uma receita por e-mail, que é herança da mãe dela. E por coincidência, hoje a dona Lena estaria completando 78 anos. Nada melhor para homenagear essa senhora especial, cozinheira de mão cheia, do que postar aqui o bolo que é receita dela, né?
Paula, obrigado por confiar uma receita da tua mãe, sabor da tua infância, a mim. Espero ter feito direitinho. Um bjo pra você e pra todo mundo que visita essa Cozinha Coletiva ; )



Bolo de Chocolate e Café da dona Lena

Primeiro faça a calda:
Misture em uma panela:
2 xícaras de água;
1 xícara de açúcar;
6 colheres de sopa de chocolate em pó;
1 colher de sopa baunilha.
Leve ao fogo até que ferva. Fervendo, retire do fogo e deixe esfriar.

Agora o bolo:
2 ovos inteiros;
4 colheres de sopa de manteiga;
4 colheres de sopa de chocolate pó;
1 colher de sopa de fermento em pó;
1 xícara de leite;
2 xícaras de farinha trigo;
1 e 1/2 xícaras de açúcar;
1 colher de chá de café em pó instantâneo.

Bater a manteiga com o açúcar, até ficar cremoso. Ainda batendo, adicione os ovos inteiros. Em seguida o leite e por último a mistura dos secos [farinha, chocolate, café e fermento]. Bata bem.
Unte uma fôrma de buraco no meio grande com óleo, despeje a massa na fôrma e por cima da massa crua despeje a calda. Leve ao forno por 45 minutos.
Desenforme ainda quente.


Bom, preciso confessar que, ao despejar a calda [fica bem rala] sobre a massa crua, desconfiei que não fosse dar certo. Mas ao retirar o bolo do forno, a calda tinha sumido! 'Dissolveu na massa', pensei. Mas qual não foi a surpresa ao desenformar o bolo e ver que a calda, antes rala, formava uma cobertura cremosa deliciosa sobre o bolo desenformado! [veja que lindo que fica, nas fotos].
Aqui em casa a receita foi aprovada com honras!
Muito obrigado, Paula!

Ah, se você aí, assim como  Paula, tiver uma receita bem legal e quiser que eu faça, me mande por mail! :D [richardarquiteto@gmail.com]


terça-feira, 25 de maio de 2010

Torta Bipolar


Hey people!

Infelizmente semana passada só consegui fazer um post [normalmente são dois por semana], mas nessa vou fazer uma forcinha pra conseguir dois!
O primeiro é esse de hoje:
Começa comigo no supermercado, copiando a receita dessas tortinhas da caixa de Chocolate em pó do Padre [não tinha porquê comprar, já que tenho cacau em pó em casa, né?]. Comprei só o leite condensado mesmo.
A massa que a receita da caixinha indica é de bolachas. Como eu não sou do fã clube da massa de torta de bolacha, e prevendo que poderia ficar doce demais, troquei por essa, que nem lva açúcar e que derrete na boca que é uma delícia!
Palpitei no recheio também: adicionei baunilha ao creme branco [lê-se amarelinho] e troquei o chocolate em pó por chocolate amargo [70% cacau] em tablete e um tantinho de vodca, pra ficar forte. Ah, troquei uma parte do leite por creme de leite fresco, também. Você pode usar o de caixinha mesmo, é só adicionar no final, depois que o creme engrossar.
Receitinha super simples, quase doce de padoca mesmo, mas ficou gostoso pacas! Parece Boston Cream Pie [que na verdade é um bolo, não uma 'pie'], versão pie mesmo. Pie é torta, ok?
Segu a receita e meu carinho a todo mundo que tem torcido para o Muffins & Afins e que seguiu o blog mesmo com esse período de postagem esporádica que aconteceu.



Torta Bipolar, ou Boston Cream Pie versão 'pie' mesmo!  [rende 10 tortinhas]

Massa:
Misture 300g de farinha de trigo com 200g de margarina [80% lipídios, claro] até formar uma farofa. Adicione 2 ou 3 colheres de sopa de água gelada para dar liga e amasse com as mãos. Faça uma bola, envova em filme plástico e geladeira por 15 minutos.
Cubra o fundo e as laterais de 10 forminhas para tortinha de 7,5cm de diâmetro, cubra cada uma com um pedaço de papel alumínio apertado e asse em forno 180 graus, preaquecido, por 20 min. Retire o papel alumínio e deixe dourar no forno por mais uns 10 minutinhos. Retire, deixe esfriar e desenforme.

Cremes:
Em uma panela média junte 1 lata de leite condensado, a mesma medida de leite de vaca, 100ml de creme de leite fresco, 1 colher de chá de extrato de baunilha, 1 colher de sopa de manteiga e 2 colheres de sopa rasas de maisena. Leve ao fogo, mexendo sempre. Quando começar a ferver abaixe o fogo e continue mexendo, até engrossar.
Divida o creme em duas tigelas. Em uma delas acrescente 120g de chocolate amargo picado fininho e bata até ficar homogêneo. Adicione a colher de chá de vodca e mexa mais um bucadinho.
Recheie as tortinhas, metade cada creme.
Sirva geladinha!

Receita simples com um toque de gourmet ; )

Ahhhhhh, e olha que legal que a amiga da Karen trouxe da Colômbia pra mim: Sachets de cafés aromatizados! Tem Café Caramelo, Café Baunilha, Café Clássico, Café Descafeinado, Café Colombia e Café Premium, além de sachets de Coffe Cream: você mistura com água quente e vira um creme pra botar sobre o café! Demais, né? Nunca vi por aqui, mas se alguém conhecer, me avisa, please!



quarta-feira, 19 de maio de 2010

Doce de Leite da Cidade

Olás pessoas!
Está virando uma constante me desculpar pela demora nas postagens aqui no blog. Mas eu explico e re-explico: o semestre está chegando ao fim e com isso a data da minha banca final na faculdade está cada vez mais próxima. Terça tive pré-banca, inclusive [ainda bem que foi boa!]. Agora deu uma aliviada leve, então estou postando.
Aliás, esse post não é uma receita, é uma experiência: minha primeira tentativa em fazer doce de leite, esse doce super tradicional da culinária mineira.
Foi assim: peguei uma caixinha de leite longa vida [sim, leite de caixinha, apesar dos protestos de que doce de leite de caixinha não engrossa] aberta e que estava para azedar, e 300g de açúcar de um pacote extra que achei no fundo da prateleira, juntei em uma panela grande, de fundo grosso e de acabamento em ágata e fogo alto, mexendo até ferver. Quando começou a ferver coloquei, cuidadosamente, um pires no fundo da panela, de boca para cima, para evitar que derrame - lembrança de quando eu era pequeno e via minha mãe fazer. Coloquei o pires e a Gi ligou pra mãe dela, mineira da gema [ou seria do queijo?] para pegarmos mais detalhes do processo.
A Dona Raquel [mãe da Gi] disse que só se coloca o pires quando não vai poder ficar mexendo a panela. Ela explicou que o pires, assim como mexer constantemente, evita que o leite se derrame. É uma escolha: ou põe o pires e deixa lá, ou fica do lado, mexendo até ficar bom, sem pires. Eu, que estava com o pires e mexendo ao mesmo tempo, mais do que depressa retirei e continuei mexendo. O resultado foi que onde o pires ficava o leite deu uma grudada no fundo da panela, e ao mexer soltou umas casquinhas no meio do doce [quando você usa o pires, não mexe, então a casquinha, mesmo se formando, ficaria presa no fundo e não se soltaria]. Dona Raquel disse pra tomar cuidado, pois isso pode amargar o doce... mas, graças a God, não amargou.
Continuei mexendo por 40 minutos [Dona Raquel disse que eu ia passar o dia no fogão, porque leite de caixinha não dá certo, e se dá, demora], quando já estava bem grossinho o doce. Fiz o teste do pires [outro pires]: pingue um pouco do doce no pires e deixe esfriar. Ao tombar o pires o doce não deverá escorrer. Uma dica: não faça o teste quando você achar que não vai mais escorrer, faça antes: quando o doce esfria a textura muda, então se quente ele já não escorrer, frio então ele vai virar doce de cortar. Pois é, e virou. Dona Raquel disse também que botei muito açúcar - ela faz com 100g de açúcar para cada litro de leite - o que colaborou pra virar doce de cortar. Ah, e botei uma pontinha de bicarbonato no meio do processo - ela disse que só se bota bicarbonato no doce que é pra cortar [que burro que sou!].
Resumindo: fui pra cozinha esperando fazer um doce super cremoso capaz de rechear quanquer biscoito ou bolo e saí com quadradinhos moreninhos de doce de leite. De doce de leite de caixinha, porque dá certo sim com leite de caixinha.
E o doce adoçou nossa tarde nublada, minha e da Gi.


PS: essa foi só a primeira tentativa! Vou conseguir produzir um doce de leite lindo e cremoso sem ter que ferver uma lata de leite condensado na pressão! Ah, e com leite de caixinha!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Muffins & Afins






Olás olás!
Hoje não tem receita - aliás, hoje é o dia da explicação dos meus sumiços esses dias, inclusive de não ter participado da Postagem Coletiva Colorindo a Vida essa semana. Lembram que contei que tinha dado uma aula de sobremesas pra uma moça, a Flávia? Então, de aula virou uma espécie de sociedade de produção e venda de cupcakes, muffins e tortas, chamada Muffins & Afins. Resultado: semana passada tinha identidade visual pra fazer e essa semana passamos a segunda feira toda, toda mesmo, produzindo vários tipos de cupcakes [e afins] para montar nosso catálogo, e passei a terça e a quarta fotografando e trabalhando nas fotos. O resultado ficou muito legal [thanks god!] e pode ser conferido no nosso catálogo on-line, www.muffinseafins.blogspot.com, ou nas fotos aí em cima.
É claro que adoraria ter sugestões de vocês sobre outros sabores, indicações, palpites, etc. E é claro que o blog não vai parar por causa disso. A Cozinha Coletiva continua, como álbum de fotos do meu hobbie preferido, e o Muffins & Afins como algo mais profissional [e comercial] mesmo. Ah, e as vendas na arquitetura também não param.
Agora é torcer para as encomendas virem correndo, e produzir! Afinal, tem coisa melhor que passar o dia na cozinha? Ainda mais com esse frio!
Próximo post já é receita de verdade, tá?

Um beijo a todo mundo que vem aqui espiar! :D

domingo, 9 de maio de 2010

Dia das Mães doce, doce...

Hallo there!
Espero que todo mundo tenha tido um dia das mães divertido, tanto as mães que visitam o blog quanto os filhos que visitam o blog! Aliás, meu parabéns de dia das mães vai junto com essa receitinha fácil e gostosa, que eu fiz pra dar de presente pra minha mãe [e ela até me pediu a receita! ... só não sei se foi pra me agradar, já que ela é confeiteira..rs]. Mamãe é mulher-máquina na cozinha: não há bolo que sove, nem pão-de-ló que abaixe. E é tudo tão natural e prático que me espanta - não tem o risco da receita não dar certo com ela, sabe? Se não der é porque a receita é ruim. As tortinhas dela sempre ficam mais bonitas, e os pães que ela faz nunca ficam pesados. Minha mãe é meu ideal de eficiência culinária.
Sobre a receita: esses Shortbreads, que mamãe chama de Amanteigados, são básicos e saborosíssimos. Sabe bolacha Passatempo? É o mesmo gosto, sem tirar nem pôr! Aliás, da próxima vez que eu fizer vou confeirar com chocolate!
Segue a receitinha, tirada daqui, e meus sinceros parabéns a todas as mães, cozinheiras ou não! :D


Amanteigados

Ingredientes:
260g de farinha de trigo;
1/4 da colher de chá de sal;
226g de manteiga em temperatura ambiente [ou margarina 80% de lipídios];
60g de açúcar de confeiteiro;
1 colher de chá de extrato de baunilha.

Preparo:
[você pode bater na batedeira ou na mão mesmo - fiz dos dois modos e deu certo]
Bata a manteiga até ficar cremosa. Adicione o açúcar e bata até ficar novamente cremoso e homogêneo. Adicione a baunilha e misture bem. Incorpore a farinha misturada com o sal delicadamente, sem sovar.
Forme um disco com a massa, embrulhe em papel filme e geladeira por 30 minutos.
Preaqueça o forno a 180 graus.
Abra a massa com um rolo até ficar na espessura de 1cm. Você pode abrir aos poucos, o que facilita bastante. Corte com um cortador de biscoitos ou com a boca de um copo, e distribua em uma assadeira grande untada e enfarinhada.
Leve a assadeira à geladeira por 15 minutos [isso fará com que os biscoitos não derretam e percam o formato ao assar]. Leve então ao forno, por 10 a 15 minutos. Elas não vão dourar, somente a parte de baixo.
Deixe descansar na assadeira até esfriar.
Rendeu 22 biscoitos grandes.
Depois de frios, eu confeitei com Glacê Real e deixei secar.

Glacé Real: misture 1 clara, 5 gotas de suco de limão e 200g de açúcar impalpável, até que passando uma colher pela mistura, essa deixe o caminho marcado. Se precisar, vá adicionando mais açúcar. Coloque o corante na cor e na quantidade desejada e pronto.


Ahhhhh, nasceu o primeiro tomate-cereja do pé que plantei.. tirei uma foto e fiz um papel de parede básico. Como eu gostei, tá aqui disponível pra quem quiser usar! É só abrir a imagem grande, numa nova página, clicar com o botão direito sobre ela e salvar no computador. Daí basta trocar o wallpaper no desktop ; )


quinta-feira, 6 de maio de 2010

Curds, quem precisa deles?


Ok, o título é brincadeira. Vou contar sobre minha duas experiências com Curds. Ah, antes: Curds são cremes à base de ovos, manteiga e suco de frutas, muito comuns na Inglaterra, como recheio de tortas e alternativa às geléias. Aliás, o Curd é tipo uma geléia, só que super gordurosa.. parece mesmo uma maionese doce, algo assim... estranho, né? Mas calma, só é diferente. Sábado passado fiz Curd de Limão. Usei aquele limão Cravo, beeem vermelho, ao invés do tradicional Siciliano. Tudo bem que eu achei que fosse fácil ver o ponto e não marquei o tempo no cronômetro, então meu Lemon Curd [ ou Lime Curd, porque nosso limão é lima em inglês] passou um pouquinho do ponto. Maaas, ficou delicioso. Juro mesmo, comprei um pacote grande de bolachas maizena e Andréia e eu devoramos tudo!
Feliz com a primeira experiência, ontem resolvi fazer Orange Curd, a versão laranja. Dei uma busca em receitas e comparando-as escolhi uma. Engraçado que a receita pedia o dobro de ovos do Curd de Limão. Bom, fui lá, fiz, e bum!, decepção. Fiz em banho-maria, e talhou. Bati no liquidificador e destalhou, mas realmente liquidificou, isto é, tornou-se líquido. Provei e era doce, muito doce. Adicionei suco de meio limão, voltei ao fogo, engrossou e ok, deu certo. Deu certo mais ou menos, porque 6 ovos é muito exagero, e fica o gosto no fundo, sabe? E a laranja não tem um sabor tão pronunciado quanto o limão, então fica meio 'fraquinho'.  Ah, sei lá, não gostei. Só do de limão, que vou fazer outras vezes, até ficar liso como molho hollandaise. E então volto aqui e conto pra vocês!
Por enquanto, a receita do Lemon Curd. O de laranja não vale a pena..rs.



Lime Curd [ou Curd de Limão Cravo]

Ingredientes:
100ml de suco de limão;
200g de açúcar refinado;
Raspas de 2 limões;
100g de manteiga [não é margarina, é manteiga];
3 ovos.

Preparo: Em uma panela de fundo grosso misture o suco, o açúcar, as raspas e a manteiga e leve ao fogo, até derreter o açúcar. Quando começar a ferver desligue o fogo.
Bata os ovos e adicione-os à mistura já ligeiramente arrefecida, passando-os por uma peneira fina e misturando conforme adiciona. Volte a mistura ao fogo baixo, mexendo sempre, e retirando a panela da chama para evitar a fervura [você pode fazer isso em banho-maria: é mais garantido e bem mais demorado]. Cozinhe dessa forma por uns cinco minutos, até o creme cobrir as costas da colher, sem escorrer [ponto de pétala].
Derrame a mistura em um vidro esterilizado e conserve na geladeira, por no máximo duas semanas.

Dicas:
Caso o creme talhe, você pode passá-lo por uma peneira antes de colocar no vidro, ou dar uma pulsada no liquidificador ou mixer - uma só!
O Curd engrossa depois de frio, então não espere cozinhar até ficar como brigadeiro, é só até cobrir as costas da colher mesmo.
Não cozinhe demais, ou ficará com gosto forte de ovos... e cheiro também.





domingo, 2 de maio de 2010

Post Alaranjado: Geléia de Pêssegos



Olás pessoas, comentadores, visitantes, twitteros, enfim, quem aparece por aqui!
Essas duas semanas têm sido correria total: prova terça e sexta passada, outra amanhã e pré-banca na terça, além de concurso no próximo domingo, mas apesar disso, quando chego em casa e bate uma fominha faço algo rapidinho e fotografo pra dividir aqui com vocês!
O tema da postagem coletiva Colorindo a Vida desta segunda é Alaranjado, ou cor-de-abóbora. Mas não fiz nada com laranjas, nem com abóboras e, apesar dessa ter sido a idéia inicial, nada com cenouras.
Eu adoro fazer geléia em casa. Muito mais natural, muito mais bonita e muito mais gostosa. As de supermercado ou são caríssimas ou parecem ser de chuchu com corante: sem gosto total. No começo eu 'pelejava' pra acertar o ponto, mas agora já aprendi. Pois então, eu tava com vontade de fazer geléia mas morangos a essa época nem pra remédio, e vendo uns pêssegos bonitos no supermercado, decidi tentar. Fiz, gostei, mas não fotografei nem postei. Hoje, ao abrir o segundo pote, resolvi tirar uma foto despretensiosa e taí, deu certo e to postando a geléia, que tá um laranja meio ocre mas tá valendo. E acredite-me: você nunca mais vai querer comprar geléia no mercado depois de fazer a sua primeira em casa!


Geléia de Pêssegos

Ingredientes:
1 quilo de pêssegos maduros [vale a pena comprar um só, provar pra ver se não está sem gosto e se estiver bom comprar o quilo todo.. geléia sem gosto não dá, né?];
750g de açúcar [usei metade cristal, metade refinado];
1 colher de sopa de vodca [geléia pálida nunca mais! A vodca conserva a cor que é uma beleza];
2 cravos [opcional].

Preparo:
Reserve um pires no congelador [para verificar o ponto].
Descasque os pêssegos mergulhando-os em água fervente por um minuto [igual tirar pele de tomate], corte-os ao meio e retire os caroços. Corte os pêssegos em pedaço menores, coloque-os em uma panela grande, com os cravos e o açúcar, e deixe descansar por pelo menos 2 horas.
Passado o tempo você verá que os pêssegos soltaram água, que umideceu o açúcar. Leve a panela ao fogo, e quando ferver adicione a vodca [retire a panela do fogo pra fazer isso, evitando acidentes]. Cozinhe em fogo baixo, mexendo [não precisa ser o tempo todo, mas é bom estar sempre por perto] até o pêssego derreter e tomar consistência de geléia. Quando estiver chegando no ponto, mexa constantemente, para não pegar no fundo. Se os pêssegos forem muito duros, pode ser necessário acrescentar água aos poucos.
O ponto dessa geléia é o seguinte: depois de uns 40 minutos no fogo, pingue um pouquinho da geléia no pires gelado e passe o dedo no meio:  as duas partes devem ficar separadas.
Divida a geléia, ainda quente, em potes de vidro esterilizados [na internet você acha fácil e bem explicadinho como esterilizar vidros] e tampe-os, depois que esfriar.
Rende dois vidros médios.